quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Meu querido diário

O filme O diário de Bridget Jones, 2001, foi baseado no bestseller com o mesmo nome de Helen Fielding. Eu não li o livro, só assisti ao filme dirigido por Sharon Maguire. E ele é bom: engraçado, boas tiradas e com cenas tocantes. Além disso, serve para jogar a realidade na nossa cara: quem nunca fez uma lista de resoluções no Ano Novo e sequer a olhou depois disso? Quem nunca se arrependeu de beber tanto a ponto de falar/fazer um monte de besteiras em público? Quem nunca se envolveu com um colega de trabalho? Quem nunca se apaixonou por uma pessoa pra lá de imprestável? E por aí vai. 

Pois é, Bridget Jones é uma heroína às avessas. Bridget Jones é gente como a gente.

A arte de pagar micos


O filme está só começando e Bridget Jones já pagou alguns micos. Bom momento para pensar o que fazer da vida no ano que se inicia.

A cena da abertura, na qual Renée Zellweger dubla All by Myself, de pijamas e bebendo vinho é icônica. É a partir daí que ela resolve tomar decisões importantes para a sua vida: parar de beber, emagrecer, fumar menos, falar menos e parar de se envolver com homens problemáticos. É a partir desta cena que o filme ganha o nome. Porque para Bridget não basta tomar decisões, é necessário anotar diariamente os progressos obtidos e perceber o quanto ela está mais perto de alcançar seus objetivos. Ou não!



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